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O Boca Juniors do Nacional 1969Considerado o time com melhor jogo dos Xeneizes ...
Para os que viram jogar o Boca de 1969, foi o time com melhor jogo da historia "Xeneize". A base da equipe era formada por Antonio Roma no gol, Suñe, Meléndez, Rogel e Marzolini; Rattín, Coch e Nicolau; Rogel, Novello e Medina.
Antes do Campeonato Nacional, e no dia 27 de julho de 1969, Boca Juniors vencia a primeira edição da Copa Argentina (perdendo o último encontro com Atlanta por 1x0 no Gasómetro). O torneio Campeonato Argentino (única edição) foi criado nesse mesmo ano pela AFA para classificar uma equipe para a Recopa Sul-Americana. Se jogaram duas rodadas de ida e volta em fevereiro, e culminou as restantes no mês de julho (depois do Campeonato Metropolitano vencido pelo Chacarita Jrs).
O resumo do Boca desse torneio foi de 10 partidas jogadas, 7 vitorias, 1 empate e duas derrotas. Venceu ao Club Atlético Tucumán por 3x2, e empatou 0x0 no jogo de volta. Depois uma vitoria sobre Sarmiento de Santiago D. Estero 1x3 e 4x2, uma derrota para Chacarita Jrs 1x0 e uma vitoria no jogo da volta por 3x1. A seguir, uma goleada de visitante a Colón de Santa Fe por 0x5 e 1x0 de local, e por fim a final com uma vitoria de 3x1 e uma derrota por 1x0 frete a Atlanta. Converteu 22 gols e sufreu 9.
A continuação, esta equipe do Boca conquistaria o Nacional de 1969.
Para essa temporada Alfredo Di Stéfano recebeu o oferecimento de Boca para ser técnico do time (hasta então dirigido por José D´Amico. Com a "Saeta Rubia" como condutor técnico da equipe, se armou o que recorda-se como sendo o Boca Juniors com melhor jogo da sua historia, formado por: Roma; Suñé, Meléndez, Rogel, Marzolini; Novello, Madurga, Medina; Ponce, Angel Rojas e Peña.
O campeonato Nacional Argentino de 1969 começou no dia 7 de setembro com uma vitoria de local frente ao San Lorenzo por 3x2, y seguiu com vitorias de visitante frente ao Estudiantes por 0x2 e novamente de local frente a Platense por 3x1.
O time tinha uma grande defesa, e em relação ao Campeonato Metropolitano (vencido pelo Chacarita), havia melhorado sua predisposição ofensiva. Os pontas Ponce e Peña jogando nas laterais ampliando o poder de ataque com Angel Rojas, e Madurga como criador e definidor com Orlando Medina. Na parte defensiva tinha o goleiro Rubén Sánchez (que ingressou no lugar do Roma lesionado na terceira rodada), Nicolau e a grande adquisição do peruano Julio Meléndez conjugarão uma time de jogo vistoso, seguro e definidor. Angel Clemente Rojas que chegou a ter comprometida a titularidade na equipe acabou sendo um dos aportes mais valiosos para a conquista do conjunto boquense.
Depois do jogo frente a Platense vieram o empate frente a Desamparados de San Juan por 1x1, voltando a vitoria com uma goleada sobre Talleres de Córdoba por 6x0. A seguir a vitoria sobre San Lorenzo de Mar del Plata por 1x0, 4x1 a San Martín de Tucumán, 2x1 a Racing, 1x0 a Vélez, 1x0 a Chacarita, 3x0 a Quilmes, 2x1 a Lánus e inexplicavelmente perde o invito com San Martín de Mendoza em pleno estádio a Bombonera por 1x0. Depois um empate com Unión de Santa Fe por 1x1 y volta a vitoria frente a Huracán por 1x0 e 2x0 frente ao Independiente.
Dessa maneira Boca chegou até a última rodada nada mais e nada menos que frente ao River Plate, com 27 puntos conquistados e apenas 2 a mais que seu arquirrival histórico.
A partida se jugou o 14 de dezembro de 1969 num estádio de River (como em todo clássico), com as arquibancadas completamente lotadas. River também de excelente campanha, vinha ao campo com um grande time com: Perico Pérez, Ferreiro, Miguel Angel López, Recio e Vieitez; Merlo, Carlos Rodríguez, Montivero, Trebucq, Marchetti e Mas.
Apesar de jogar em campo adversário, Boca tomou a iniciativa da partida e desde o começo intentou uma finalização com o "Muñeco" Madurga, que culminou com um chute desviado. Porem, aos 12' minutos recebeu um passe "afiado" do Medina, escapou a marcação de Recio e do goleiro Pérez para abrir o placar em 0x1, e levando a loucura a toda a torcida Xeneize. Os jogadores de Boca demostraram que não foram ao clássico para deixar escapar o bom futebol de toda a campanha, e com personalidade continuava indo em direção ao gol defendido por Perico Pérez.
Dessa forma e sem deixar reagir ao local, aos 35', em outra espapada em profundidade de Madurga, chuta cruzado na saída do goleiro do River e envia a redonda para o fundo das redes do time "Millonario", 2x0. A festa desatou-se por completo para os visitantes, e Boca já tinha seu campeonato na mão. Porem, nem tudo seria tão fácil, já que River reagiu imediatamente e três minutos depois, Oscar Más descontava para o local. Depois desse gol a partida se planteou num ataque constante dos locais, com uma defesa do Boca mais solida do que nunca e respondendo ao contra-ataque.
Já no segundo tempo e depois de insistir contra o gol defendido por Sánchez, veio uma cobrança de falta aos 67' para o River, a bola foi cruzada dentro da área e Marchetti converteria o empate definitivo de 2x2. Para River ficou apenas o consolo de não perder em pleno estadio monumental, e para o Boca a consagração de melhor time do torneio e a festa interminável quando o juiz Oscar Veiró deu por finalizado a partida. Mesmo com o clássico rival dando a volta olímpica em pleno Estadio Monumental, os torcedores do River ficaram em seus lugares e aplaudiram ao justo Campeão do Nacional 1969.
No vídeo abaixo podemos ver uma introdução de aquele "Boca do '69" e o resumo da partida final frente ao River Plate o 14 de dezembro de 1969.
Antes do Campeonato Nacional, e no dia 27 de julho de 1969, Boca Juniors vencia a primeira edição da Copa Argentina (perdendo o último encontro com Atlanta por 1x0 no Gasómetro). O torneio Campeonato Argentino (única edição) foi criado nesse mesmo ano pela AFA para classificar uma equipe para a Recopa Sul-Americana. Se jogaram duas rodadas de ida e volta em fevereiro, e culminou as restantes no mês de julho (depois do Campeonato Metropolitano vencido pelo Chacarita Jrs).
O resumo do Boca desse torneio foi de 10 partidas jogadas, 7 vitorias, 1 empate e duas derrotas. Venceu ao Club Atlético Tucumán por 3x2, e empatou 0x0 no jogo de volta. Depois uma vitoria sobre Sarmiento de Santiago D. Estero 1x3 e 4x2, uma derrota para Chacarita Jrs 1x0 e uma vitoria no jogo da volta por 3x1. A seguir, uma goleada de visitante a Colón de Santa Fe por 0x5 e 1x0 de local, e por fim a final com uma vitoria de 3x1 e uma derrota por 1x0 frete a Atlanta. Converteu 22 gols e sufreu 9.
A continuação, esta equipe do Boca conquistaria o Nacional de 1969.
Para essa temporada Alfredo Di Stéfano recebeu o oferecimento de Boca para ser técnico do time (hasta então dirigido por José D´Amico. Com a "Saeta Rubia" como condutor técnico da equipe, se armou o que recorda-se como sendo o Boca Juniors com melhor jogo da sua historia, formado por: Roma; Suñé, Meléndez, Rogel, Marzolini; Novello, Madurga, Medina; Ponce, Angel Rojas e Peña.
O campeonato Nacional Argentino de 1969 começou no dia 7 de setembro com uma vitoria de local frente ao San Lorenzo por 3x2, y seguiu com vitorias de visitante frente ao Estudiantes por 0x2 e novamente de local frente a Platense por 3x1.
O time tinha uma grande defesa, e em relação ao Campeonato Metropolitano (vencido pelo Chacarita), havia melhorado sua predisposição ofensiva. Os pontas Ponce e Peña jogando nas laterais ampliando o poder de ataque com Angel Rojas, e Madurga como criador e definidor com Orlando Medina. Na parte defensiva tinha o goleiro Rubén Sánchez (que ingressou no lugar do Roma lesionado na terceira rodada), Nicolau e a grande adquisição do peruano Julio Meléndez conjugarão uma time de jogo vistoso, seguro e definidor. Angel Clemente Rojas que chegou a ter comprometida a titularidade na equipe acabou sendo um dos aportes mais valiosos para a conquista do conjunto boquense.
Depois do jogo frente a Platense vieram o empate frente a Desamparados de San Juan por 1x1, voltando a vitoria com uma goleada sobre Talleres de Córdoba por 6x0. A seguir a vitoria sobre San Lorenzo de Mar del Plata por 1x0, 4x1 a San Martín de Tucumán, 2x1 a Racing, 1x0 a Vélez, 1x0 a Chacarita, 3x0 a Quilmes, 2x1 a Lánus e inexplicavelmente perde o invito com San Martín de Mendoza em pleno estádio a Bombonera por 1x0. Depois um empate com Unión de Santa Fe por 1x1 y volta a vitoria frente a Huracán por 1x0 e 2x0 frente ao Independiente.
Dessa maneira Boca chegou até a última rodada nada mais e nada menos que frente ao River Plate, com 27 puntos conquistados e apenas 2 a mais que seu arquirrival histórico.
A partida se jugou o 14 de dezembro de 1969 num estádio de River (como em todo clássico), com as arquibancadas completamente lotadas. River também de excelente campanha, vinha ao campo com um grande time com: Perico Pérez, Ferreiro, Miguel Angel López, Recio e Vieitez; Merlo, Carlos Rodríguez, Montivero, Trebucq, Marchetti e Mas.
Apesar de jogar em campo adversário, Boca tomou a iniciativa da partida e desde o começo intentou uma finalização com o "Muñeco" Madurga, que culminou com um chute desviado. Porem, aos 12' minutos recebeu um passe "afiado" do Medina, escapou a marcação de Recio e do goleiro Pérez para abrir o placar em 0x1, e levando a loucura a toda a torcida Xeneize. Os jogadores de Boca demostraram que não foram ao clássico para deixar escapar o bom futebol de toda a campanha, e com personalidade continuava indo em direção ao gol defendido por Perico Pérez.
Dessa forma e sem deixar reagir ao local, aos 35', em outra espapada em profundidade de Madurga, chuta cruzado na saída do goleiro do River e envia a redonda para o fundo das redes do time "Millonario", 2x0. A festa desatou-se por completo para os visitantes, e Boca já tinha seu campeonato na mão. Porem, nem tudo seria tão fácil, já que River reagiu imediatamente e três minutos depois, Oscar Más descontava para o local. Depois desse gol a partida se planteou num ataque constante dos locais, com uma defesa do Boca mais solida do que nunca e respondendo ao contra-ataque.
Já no segundo tempo e depois de insistir contra o gol defendido por Sánchez, veio uma cobrança de falta aos 67' para o River, a bola foi cruzada dentro da área e Marchetti converteria o empate definitivo de 2x2. Para River ficou apenas o consolo de não perder em pleno estadio monumental, e para o Boca a consagração de melhor time do torneio e a festa interminável quando o juiz Oscar Veiró deu por finalizado a partida. Mesmo com o clássico rival dando a volta olímpica em pleno Estadio Monumental, os torcedores do River ficaram em seus lugares e aplaudiram ao justo Campeão do Nacional 1969.
No vídeo abaixo podemos ver uma introdução de aquele "Boca do '69" e o resumo da partida final frente ao River Plate o 14 de dezembro de 1969.
(Aguarde .. enquanto o vídeo é carregado do YouTube)
| Data | Estádio |
| 14/12/1969 | | River Plate |
As escalações :
River Plate (2): Perico Pérez, Ferreiro, Miguel Angel López, Recio e Vieitez; Merlo, Carlos Rodríguez, Montivero, Trebucq, Marchetti e Mas : DT: Angel Labruna
Boca Junior (2): Sánchez; Suñé, Meléndez, Rogel e Marzolini; Madurga, Medina, Ponce, Angel Rojas, Savoy e Peña. DT: Di Stéfano
///////////////////////////////////////////BOCA JUNIORS CAMPEÃO NACIONAL 1969
+ Artigos Campeonatos Argentinos::. O San Lorenzo dos Matadores 1968
:. O Chacarita Juniors histórico de 1969
:. O River Plate Bicampeão 1975
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Anônimo Said,
Y la historia de Independiente El mayor campeon de america CUANDO???}?
Posted on 19 de dezembro de 2009 18:24
George Best Said,
Hola "Anônimo", ya le estoy adelantando que en el próximo artículo argentino a salir en 2010, vamos revivir una de las tantas conquistas del los "Diablos Rojos" de Avellaneda.
Atentamente
Posted on 20 de dezembro de 2009 11:39